quarta-feira, 29 de abril de 2015

VELHO RIACHO (fragmentos)

Velho riacho, hoje poluído,
Outrora florido,
De margens enfeitadas,
De árvores frondosas
Verdes enfolhadas,
Cobertas de rosas.

Velho riacho, hoje quase morto,
Cheio de esgotos. . .
Sem peixes dourados,
Sem águas cristalinas,
Sem pássaros pousados,
Sem arbustos e gramíneas.

Velho riacho, da minha cidade,
Recordo a infância de felicidade,
De brinquedos mil,
Banhos de criança, barcos de papel,
Sonho que partiu, 
Foi voando ao léu! . . .

                     (Francisco Freitas)

sábado, 18 de abril de 2015

UM LIXO SOCIAL

A corrupção é um mal que assola o meu país. Está arraigada na alma e na cultura do povo, de tal maneira, que dá nojo.
A corrupção tem causado vergonha às pessoas de bem; tem feito repercutir mal  nome do nosso país ao redor do planeta, já que hoje,   nada se encobre, pois estamos vivendo a era da globalização.
Em todos os grupos sociais  e instituições, vemos uma banda podre, que naufraga na lama da corrupção o nome e a reputação dessas instituições. Ela está praticamente em todos os lugares: no Congresso Nacional, na classe médica, no poder executivo, no poder judiciário e até nos árbitros de futebol, etc. . .
Assim, necessário se faz, combater com rigor e punir exemplarmente, com leis mais duras e punições mais severas, a fim de que, essa sujeira que invade os quadros sociais no nosso país seja limpa.
Não podemos suportar mais esse lixo social que enoja. Não podemos desanimar de combater essas vergonha que destrói nossas riquezas.
GRITE, PROTESTE, DENUNCIE, SEJA UM COMBATENTE FERRENHO dessa vergonha, dessa imensa podridão, que se chama corrupção.

                                                                        (Francisco Freitas)

terça-feira, 7 de abril de 2015

V I D A (fragmentos)

Vida
Amada ou 
Desprezada
Quase perdida
Desconsolada
Desiludida
Desamparada.

Vida 
Buscada
Ou indiferente
Que muita gente
Deixa jogada
Não valoriza
Vida pro nada

Vida 
Que um dia
Com alegria
Te entreguei
Sofri, chorei
Quase implorando
O peito soluçando
Tudo te dei.

                              Prof. Freitas - Brados de Vidas)

sábado, 28 de março de 2015

C O R R U P Ç Ã O

É inegável que existe dano,
Em cada escala da administração,
Homens sem ética, ladrões e profanos,
Assolando o povo com corrupção.

Cada bem público custa muito mais,
Sempre que envolve a corrupção,
O povo sofre, não aguenta mais,
Gerando miséria, gerando inflação.

A impunidade, campeia nas ruas,
Nunca se fez nada, não tem solução,
Gastam as riquezas, que são minhas e tuas,

Sofrem nossos filhos; comem o nosso pão,
Deixando as cidades cada vez mais nuas,
Com o vírus  maldito da corrupção.

                  ( Francisco Freitas - Brados de vidas )
            

quarta-feira, 18 de março de 2015

VITÓRIA DO POVO

Cantai ó povo, ó povo que chora,
Porque os poderosos um dia passarão;
E comerão seu levedado pão,
Cantareis ó povo, com grande vitória.

E esquecereis as horas horrendas,
Em que foste pisado como cão
As vossas justiças então florescerão
E serão vossas vidas não mais oferendas.

E no dia, em que abrires a cortina,
Verás a esperança, como forte lampejo,
Terás a vitória, que tanto almejas,
Sacudirás de ti, essas velhas ruínas.


                       ( Prof. Freitas - Tk, 18/03/2015 )

terça-feira, 10 de março de 2015

DESPE MINHA ALMA

Despe minha alma os farrapos da vida
Não te vale a pena chorar por ninguém
Aproveita o momento, o teu dia-a-dia
Vive o presente. É o melhor que ela tem !

Sobe, tenta, os degraus da escada
Olha o poente, vê o horizonte
Não olhes para trás, ele é feito de nada
O céu sem limite é a tua fonte.

Vê esta flor que vive tão só
Mas sempre te fala com a sua beleza
Nascida do chão, do jardim ou do pó

Acalma-te no sorriso da criança
Que cresce simples como a natureza
Para descer quando a noite avança.


                    ( Poema de Manuela Barroso ) 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

QUERER

Quisera eu, conquistar um amor
Que não duvidasse do meu coração
Que não me fizesse desgosto nem dor
Que me abraçasse com grande emoção.

Quisera eu, um anjo me amasse
Com tal ternura e felicidade
Sem magoar-me, nem tristeza causasse
Sem separação, pra me trazer saudade.

Quisera eu, esquecer os caminhos
Quando andei certo, ou se andei errante
Não sei se colhi flores ou espinhos

Só sei que devo prosseguir avante
Se acompanhado, ou mesmo sozinho
Se eu fique aqui, ou vá pra bem distante.

                  ( Prof. Freitas )