Pobre coração por que triste choras?
Não vês que a vida segue a passarela?
Olha outros braços, por que te demoras?
Ver que não compensa morreres por ela!
Pobre coração, toma mais cuidado,
A esperança brilha, despreza essa amante,
Pensa mais em ti, olha teu estado !
Ela não merece teu sofrer constante.
Pobre coração te levanta agora,
São cinzas passadas, joga tudo ao vento,
O dia já brilha, raia nova aurora,
Ela não merece o teu sofrimento.
(Francisco Freitas - O AMOR, A NATUREZA E O POVO)
sábado, 29 de novembro de 2014
sábado, 22 de novembro de 2014
ESPERA INÚTIL
A noite calma, eu estava a te esperar
Aqui no quarto a olhar o teu retrato
Já muito tarde, era alta madrugada
A brisa fina e o sereno na calçada.
Um vento calmo vi surgir na minha rua
O coração acelerado de saudade
Àquela sombra que surgiu à luz da lua
Trouxe alegria ao negrume da cidade.
Mas de repente àquela sombra vai embora
Como as ondas carregadas pelo mar
Vi meus sonhos irem ao léo áquela hora.
O teu lençol, o teu perfume a exalar,
Fez-me lembrar o nosso amor, a nossa história
Como um sonho de quem acabou de acordar,
(Freitas - Tarauacá - Ac)
Aqui no quarto a olhar o teu retrato
Já muito tarde, era alta madrugada
A brisa fina e o sereno na calçada.
Um vento calmo vi surgir na minha rua
O coração acelerado de saudade
Àquela sombra que surgiu à luz da lua
Trouxe alegria ao negrume da cidade.
Mas de repente àquela sombra vai embora
Como as ondas carregadas pelo mar
Vi meus sonhos irem ao léo áquela hora.
O teu lençol, o teu perfume a exalar,
Fez-me lembrar o nosso amor, a nossa história
Como um sonho de quem acabou de acordar,
(Freitas - Tarauacá - Ac)
sábado, 1 de novembro de 2014
TERNURA
Esta alegria imensa de querer
Sem anseios febris e sem paixão. . .
Este beijo que toca sem saber
A alma, o pensamento, o coração . . .
Este enlevo que afaga sem prender,
Este olhar que é carícia e é emoção. . .
Esta felicidade de entender
No silêncio qualquer agitação. . .
Isto que ninguém sabe se é amor
Porque não queima a carne de desejos;
Porque não traz loucuras e amargor. . .
É o que levo sorrindo nos meus beijos;
É o que me faz chorar e é ventura;
É o que oferecem minhas mãos. . .Ternura !
( Vera da Costa Viana )
Sem anseios febris e sem paixão. . .
Este beijo que toca sem saber
A alma, o pensamento, o coração . . .
Este enlevo que afaga sem prender,
Este olhar que é carícia e é emoção. . .
Esta felicidade de entender
No silêncio qualquer agitação. . .
Isto que ninguém sabe se é amor
Porque não queima a carne de desejos;
Porque não traz loucuras e amargor. . .
É o que levo sorrindo nos meus beijos;
É o que me faz chorar e é ventura;
É o que oferecem minhas mãos. . .Ternura !
( Vera da Costa Viana )
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