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terça-feira, 24 de abril de 2012

MINHA TERRA

Oh ! Tarauacá querida,
Minha terra que beleza,
Radiante em sua vida,
Com fulgor da natureza.

Traçada numa planície,
Que mostra sua singeleza,
O seu povo que meiguice,
As garotas, que beleza!

Suas flores, suas fontes,
Seus luares exuberantes,
Suas frutas abundantes,
Isto é hoje e já foi ontem.

Olhai as praças e ruas
Onde passastes outrora,
Quanta beleza se encerra,
Oh! Tarauacá de agora.

Seus campos, sua natureza,
Suas paisagens floridas,
Oh! Tarauacá querida!
Tudo demonstra grandeza,
Berço de povo gigante,
Vindos de terras distantes.

Seus homens são mais valentes,
Que outras terras que eu conheço,
Suas músicas mais eloquentes,
Suas riquezas com apreço,
Suas fazendas mais ricas,
Seu sol brilhante e gigantesco.

Terminando minha poesia,
Tarauacá que alegria,
Ser filho teu como sou,
Trabalhar em teu favor,
Quuero ver-te grande um dia,
Meu berço e reino de amor.

               ((Doo livro "O amor, a natureza e o povo")
                             Do Prof. Freitas

OBS;Estes poemas foram dedicados a cidade de Tarauacá por ocasião do seu aniversário.

TARAUACÁ

Tarauacá terra altaneira,
De história e tradição,
Hoje é terra brasileira,
Graças a revolução.

Tarauacá pertencia
Ao povo boliviano,
Mas os brasileiros viam
Muita riqueza rolando.

E logo ao chegar aqui,
Foram a borracha explorar,
Caça, peixe e açaí,
Comida tinha a fartar. . .

Tomaram para o Brasil:
Tarauacá e todo Acre,
Viva o povo varonil,
Do qual nós fazemos parte.

                       (Do livro "O amor, a natureza e o povo")
                                   Do Prof. Freitas

quinta-feira, 12 de abril de 2012

MINHA CIDADE

Tarauacá, cidade querida,
Luta e exala cheiro de progresso,
Situada entre as florestas verdes,
És o meu recanto, pedaço de vida.

Como um sonho à noite, agora te levantas,
por entre águas e o sol mais brilhante,
Teus filhos sonham ver-te entre as maiores,
E quem te visita, seus olhos encantam.

No seio da Amazônia estás a brilhar,
Cidade que cresce, onde eu nasci,
Plana, quieta, de ruas tranquilas,
És minha princesa, quero te ostentar.

És linda à tarde, quando é por do sol,
És encantadora no alvorecer,
De mulheres belas, que encantam os olhos,
Como é bom te ver, à tarde, na hora do arrebol.

Ó terra querida, que amor irradia,
Casais namorando nas noites de lua,
Nos dias festivos, saio para as ruas,
E hoje te escrevo esta poesia.

Tarauacá, minha alma fica inquieta,
Ao ver-te desprezada pelos filhos teus,
Quando não trabalham, e não te respeitam,
Pois te amo tanto, sou o teu poeta ! . . .

                       (Do livro "Brados de vidas") - Prof. Freitas