O que importa se você é feio ou bonito,
Se é rico, pobre ou mendigo?
Se é graduado, mestre ou doutor,
Se viveu solitário ou teve um grande amor?
O que importa se você viveu num palácio?
Se estudou nas melhores escolas,
Ou se é analfabeto, sem espaço?
Se viveu alegre ou triste, ou se pediu esmolas?
O que na verdade vai importar:
É se você tem JESUS no coração;
É o que vai determinar o lugar
Do teu repouso eterno, tua habitação,
A tua escolha aqui nesta terra,
Determinará o teu destino eterno !
Tk -Ac, 12/08/15
sábado, 22 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
MEU PAI
Um dia era criança, lembro ainda,
Quando meu pai me segurava sobre as águas,
Suas mãos fortes, como se fora as mãos divinas,
Me ensinava a nadar, com grande calma.
Por esse mundo de revezes me guiava,
Me apontando na vida a melhor estrada,
Lembro ainda, quando as vezes eu tropeçava,
Me levantava, pra eu seguir na caminhada.
Lembro meu pai, quando já em tenra idade,
Seus cabelos esbranquiçados, ele a sorrir,
E dizia: meu filho aproveite a mocidade,
Porque a velhice algum dia irá surgir,
E com teus filhos gozarás felicidade,
Meu filho. . . -hás de ser feliz.
Prof. Freitas - Tk - Ac. 09/08/2015
Quando meu pai me segurava sobre as águas,
Suas mãos fortes, como se fora as mãos divinas,
Me ensinava a nadar, com grande calma.
Por esse mundo de revezes me guiava,
Me apontando na vida a melhor estrada,
Lembro ainda, quando as vezes eu tropeçava,
Me levantava, pra eu seguir na caminhada.
Lembro meu pai, quando já em tenra idade,
Seus cabelos esbranquiçados, ele a sorrir,
E dizia: meu filho aproveite a mocidade,
Porque a velhice algum dia irá surgir,
E com teus filhos gozarás felicidade,
Meu filho. . . -hás de ser feliz.
Prof. Freitas - Tk - Ac. 09/08/2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
TEU NOME
Teu nome, Maria Lúcia
Tem qualquer coisa que afaga
Como uma lua macia
Brilhando à flor de uma vaga.
Parece um mar que marulha
De manso sobre uma praia
Tem o palor que irradia
A estrela quando desmaia.
É um doce nome de filha
E um belo nome de amada
Lembra um pedaço de ilha
Surgindo na madrugada.
Tem um cheirinho de murta
E ´´e suave como a pelúcia
É acorde que nunca finda
Teu nome, Maria Lúcia. . .
(Vinícius de Morais : Para gostar de ler - Poesia. S. Paulo - 1980)
Tem qualquer coisa que afaga
Como uma lua macia
Brilhando à flor de uma vaga.
Parece um mar que marulha
De manso sobre uma praia
Tem o palor que irradia
A estrela quando desmaia.
É um doce nome de filha
E um belo nome de amada
Lembra um pedaço de ilha
Surgindo na madrugada.
Tem um cheirinho de murta
E ´´e suave como a pelúcia
É acorde que nunca finda
Teu nome, Maria Lúcia. . .
(Vinícius de Morais : Para gostar de ler - Poesia. S. Paulo - 1980)
quarta-feira, 24 de junho de 2015
POVO
Povo sofrido,
Povo apanhado,
Sempre trabalhando,
Esforço perdido,
Esforço pra nada.
E nada ganhando,
Mas sempre sofrendo,
Gemendo, chorando,
Seu sangue vertendo.
Povo injustiçado,
E jaz desprezado,
Sendo castigado,
Punido, açoitado,
Seu bolso roubado
Por ladrões desarmados
E até empossados
E credenciados,
O povo entende tudo,
E não fica mudo
Pois está revoltado.
( Prof. Freitas)
Povo apanhado,
Sempre trabalhando,
Esforço perdido,
Esforço pra nada.
E nada ganhando,
Mas sempre sofrendo,
Gemendo, chorando,
Seu sangue vertendo.
Povo injustiçado,
E jaz desprezado,
Sendo castigado,
Punido, açoitado,
Seu bolso roubado
Por ladrões desarmados
E até empossados
E credenciados,
O povo entende tudo,
E não fica mudo
Pois está revoltado.
( Prof. Freitas)
sexta-feira, 12 de junho de 2015
SONETO DO AMOR
Um dia toquei tuas mãos,
E num lampejo senti teu amor,
Bateu em meu peito o meu coração
Senti emoção em meu interior.
Olhei em teus olhos, radiavam luz,
Como uma estrela, azul, cintilante,
Como um navegante que a ela conduz,
Toquei em teus lábios, flama flamejante.
E num momento nasceu o amor,
Um redemoinho de grande emoção,
Como a rosa à noite, que solta odor,
Como a luz que brilha na escuridão,
Caí em teus braços, senti teu calor,
Assim nos amamos, eterna paixão!
(Prof. Freitas)
E num lampejo senti teu amor,
Bateu em meu peito o meu coração
Senti emoção em meu interior.
Olhei em teus olhos, radiavam luz,
Como uma estrela, azul, cintilante,
Como um navegante que a ela conduz,
Toquei em teus lábios, flama flamejante.
E num momento nasceu o amor,
Um redemoinho de grande emoção,
Como a rosa à noite, que solta odor,
Como a luz que brilha na escuridão,
Caí em teus braços, senti teu calor,
Assim nos amamos, eterna paixão!
(Prof. Freitas)
sábado, 30 de maio de 2015
NOTURNO
Ao final deste dia
Quando a noite tem chegado
Ouço a chuva no telhado
Como a despedir-se de
mais uma semana que
Não voltará jamais.
Ouço o ribombar do trovão
Ao longe nas nuvens, na amplidão
Como a acenar com a mão,
Dizendo adeus ao sol,
A dizer adeus aos montes
Aos pássaros e os horizontes. . .
Saudades profundas enchem
O peito, a mente, o coração. . .
Desejo infinito de te abraçar,
Passear pelas praças, pelos
Jardins, pelas cachoeiras,
A colher flores para te dar,
E sentarmos à sombra das
Palmeiras, das cerejeiras. . .
Saudades dos teus cabelos,
Da tua boca pequena,
Do teu rosto perfumado
Como a rosa de açucena.
Prof. Freitas
Quando a noite tem chegado
Ouço a chuva no telhado
Como a despedir-se de
mais uma semana que
Não voltará jamais.
Ouço o ribombar do trovão
Ao longe nas nuvens, na amplidão
Como a acenar com a mão,
Dizendo adeus ao sol,
A dizer adeus aos montes
Aos pássaros e os horizontes. . .
Saudades profundas enchem
O peito, a mente, o coração. . .
Desejo infinito de te abraçar,
Passear pelas praças, pelos
Jardins, pelas cachoeiras,
A colher flores para te dar,
E sentarmos à sombra das
Palmeiras, das cerejeiras. . .
Saudades dos teus cabelos,
Da tua boca pequena,
Do teu rosto perfumado
Como a rosa de açucena.
Prof. Freitas
terça-feira, 19 de maio de 2015
INCONSCIENTE
Saí à tarde, o dia transparente,
Mas pelo caminho não parti sozinho,
Levei no meu rosto um sorriso aparente,
E no coração a sede de carinho.
A tarde morria, o sol desceu ligeiro,
E eu caminhava quase inconsciente,
Pensando em ti, segui forasteiro,
Ao clarear, das luzes já presentes.
Quase voando, eu corria depressa,
Sem destino e fora do meu ser,
Encontrei forças, encontrei poder,
Esqueci de ti, esqueci as promessas,
Ao ver as estrelas encontrei prazer,
E naquela hora deixei de correr,
Acordei do sonho, bem na hora certa.
(Francisco Freitas)
Mas pelo caminho não parti sozinho,
Levei no meu rosto um sorriso aparente,
E no coração a sede de carinho.
A tarde morria, o sol desceu ligeiro,
E eu caminhava quase inconsciente,
Pensando em ti, segui forasteiro,
Ao clarear, das luzes já presentes.
Quase voando, eu corria depressa,
Sem destino e fora do meu ser,
Encontrei forças, encontrei poder,
Esqueci de ti, esqueci as promessas,
Ao ver as estrelas encontrei prazer,
E naquela hora deixei de correr,
Acordei do sonho, bem na hora certa.
(Francisco Freitas)
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