Quando o sol surgir no horizonte e iluminar teus olhos,
Então lembrarás de mim e saberás que nesta
noite sonhei contigo, com teus braços e teu
corpo sobre o meu.Lembrarás que um
dia tua boca beijou a minha no jar-
dim, e quantas vezes apanhei
flores perfumadas para te
ofertar e perfumar tuas mãos.
Querida, lembrarás para
sempre desta noite, e sob o teu
travesseiro ficará vestígios do meu
perfume, e continuarás a ouvir pelo ar no
silêncio do teu quarto minha voz que susurra
levemente dizendo: meu amor. . . minha querida. . .
te quiero para siempre.
( PROF. FREITAS}
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
AMOR TOTAL
Uma troca sem censuras,
Entrega incondicional! . . .
Convivência sem cobrança,
Baseada em confiança,
Assim é o amor total.
Falamos através do olhar,
Sorrimos com o coração. . .
Só quem é capaz de amar,
Sabe assim comunicar
Sua íntima emoção.
Fonte jorrando alegria,
Cumplicidade leal. . .
O nosso amor é paixão,
Pilar de nossa união,
É sublime. . . é total !
(texto de Oriza Martins)
Entrega incondicional! . . .
Convivência sem cobrança,
Baseada em confiança,
Assim é o amor total.
Falamos através do olhar,
Sorrimos com o coração. . .
Só quem é capaz de amar,
Sabe assim comunicar
Sua íntima emoção.
Fonte jorrando alegria,
Cumplicidade leal. . .
O nosso amor é paixão,
Pilar de nossa união,
É sublime. . . é total !
(texto de Oriza Martins)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
JUVENÍLIA (fragmentos)
Quando as estrelas sorriam,
Quando as campinas tremiam
Nas dobras do úmido véu?
E nossas almas unidas
Estreitavam-se sentidas,
Ao langor daquele céu ?
Os regatos soluçavam,
Os pinheiros murmuravam
No viso das cordilheiras,
E a brisa lenta e tardia
O chão raivoso cobria
Das flores das trepadeiras.
Teu seio era como a lira
Que chora, canta e suspira
Ao roçar da leve aragem;
Teus sonhos eram suaves
Como o gorjeio das aves
Por entre a escura folhagem.
Ó primavera sem termos!
Brancos luares dos ermos!
Auroras de amor sem fim!
Fugiste, deixando apenas,
Por terra, esparsas as penas
Das asas de um serafim.
(TEXTO DE FAGUNDES VARELA)
Quando as campinas tremiam
Nas dobras do úmido véu?
E nossas almas unidas
Estreitavam-se sentidas,
Ao langor daquele céu ?
Os regatos soluçavam,
Os pinheiros murmuravam
No viso das cordilheiras,
E a brisa lenta e tardia
O chão raivoso cobria
Das flores das trepadeiras.
Teu seio era como a lira
Que chora, canta e suspira
Ao roçar da leve aragem;
Teus sonhos eram suaves
Como o gorjeio das aves
Por entre a escura folhagem.
Ó primavera sem termos!
Brancos luares dos ermos!
Auroras de amor sem fim!
Fugiste, deixando apenas,
Por terra, esparsas as penas
Das asas de um serafim.
(TEXTO DE FAGUNDES VARELA)
sábado, 16 de junho de 2012
POESIA E AMOR (fragmentos)
A tarde que expira
A flor que suspira,
O canto da lira,
Da lua o clarão;
Dos mares na raia
A luz que desmaia,
E as ondas na praia
Lambendo-lhe o chão.
Do tempo das naves
As nootas suaves,
E o trino das aves
Saudando o arrebol;
As tardes estivas
E as rosas lascivas
Erguendo-se altivas
Aos raios do sol.
A luz da alvorada
E a nuvem dourada,
Qual berço de fada
Num céu todo azul;
No lago e nos brejos
Os férvidos beijos
E os loucos bafejos
Das brisas do sul;
Os trêmulos lumes,
Da verga os perfumes,
Da fonte os queixumes,
Dos prados a flor,
Do mar a ardentia
Da noite a harmonia,
Tudo isso é - poesia!
Tudo isso é - amor.
(AUTOR CASIMIRO DE ABREU )
A flor que suspira,
O canto da lira,
Da lua o clarão;
Dos mares na raia
A luz que desmaia,
E as ondas na praia
Lambendo-lhe o chão.
Do tempo das naves
As nootas suaves,
E o trino das aves
Saudando o arrebol;
As tardes estivas
E as rosas lascivas
Erguendo-se altivas
Aos raios do sol.
A luz da alvorada
E a nuvem dourada,
Qual berço de fada
Num céu todo azul;
No lago e nos brejos
Os férvidos beijos
E os loucos bafejos
Das brisas do sul;
Os trêmulos lumes,
Da verga os perfumes,
Da fonte os queixumes,
Dos prados a flor,
Do mar a ardentia
Da noite a harmonia,
Tudo isso é - poesia!
Tudo isso é - amor.
(AUTOR CASIMIRO DE ABREU )
segunda-feira, 28 de maio de 2012
ENTRE DOIS AMORES
Sei que és triste, está se vendo,
Pois a felicidade está em outros braços,
E que és infeliz, estás sofrendo,
Pois a alegria foge e não te deixa traços.
E querias fugir, estou sabendo,
Viver o teu sonho mais gostoso,
Sair do jugo deste amor horrendo,
Ficar noutros braços bem mais preciosos.
Sei que é penoso, mas tenha esperança,
Que o destino te devolva a sorte,
E que conserves sempre na lembrança
As carícias deste amor mais forte.
E que nunca meu amor te cales,
Mas que sempre meu amor esperes,
E que sempre meu amor tu fales
De quem tu mais queres,
De quem tu preferes, e que te levantes,
Teu grande amor desencantes,
Que teu amor sempre cresça,
E que nunca meu amor me esqueças ! . . .
(Do livro "O AMOR, A NATUREZA E O POVO" - PROF. FREITAS)
Pois a felicidade está em outros braços,
E que és infeliz, estás sofrendo,
Pois a alegria foge e não te deixa traços.
E querias fugir, estou sabendo,
Viver o teu sonho mais gostoso,
Sair do jugo deste amor horrendo,
Ficar noutros braços bem mais preciosos.
Sei que é penoso, mas tenha esperança,
Que o destino te devolva a sorte,
E que conserves sempre na lembrança
As carícias deste amor mais forte.
E que nunca meu amor te cales,
Mas que sempre meu amor esperes,
E que sempre meu amor tu fales
De quem tu mais queres,
De quem tu preferes, e que te levantes,
Teu grande amor desencantes,
Que teu amor sempre cresça,
E que nunca meu amor me esqueças ! . . .
(Do livro "O AMOR, A NATUREZA E O POVO" - PROF. FREITAS)
sábado, 26 de maio de 2012
BOA NOITE ( fragmentos)
Boa noite, Maria! Eu vou-me embora.
A Lua nas janelas bate em cheio.
Boa noite Maria, É tarde. . . É tarde. . .
Não me apertes assim contra teu seio.
Boa noite ! . . . E tu dizes - Boa noite.
Mas não me digas assim por entre beijos. . .
Mas não mo digas descobrindo o peito,
- Mar de amor onde vagam meus desejos.
É noite, Pois ! Durmamos, Julieta !
Recende a alcova ao rescalar das flores.
Fechemos sobre nós estas cortinas. . .
- São as asas do arcanjo dos amores.
(Texto odo poeta romântico - CASTRO ALVES)
A Lua nas janelas bate em cheio.
Boa noite Maria, É tarde. . . É tarde. . .
Não me apertes assim contra teu seio.
Boa noite ! . . . E tu dizes - Boa noite.
Mas não me digas assim por entre beijos. . .
Mas não mo digas descobrindo o peito,
- Mar de amor onde vagam meus desejos.
É noite, Pois ! Durmamos, Julieta !
Recende a alcova ao rescalar das flores.
Fechemos sobre nós estas cortinas. . .
- São as asas do arcanjo dos amores.
(Texto odo poeta romântico - CASTRO ALVES)
quarta-feira, 23 de maio de 2012
ADORMECIDA
Meia-noite, calma, ela dormia;
Numa noite de setembro, - primavera,
Ao contemplá-la, vi, ela sorria,
O seu sorriso, a fez ainda mais bela.
Noite quente, a janela aberta, à rua,
Entre sonhos, seu cabelo cintilante,
Seus cabelos brilhavam à luz da lua,
E eu beijei o seu rosto a cada instante.
Adormecida, eu a amava, ainda mais,
Aquele rosto de inocência e de pureza,
E a brisa da janela mais e mais. . .
Como a beijar aquele corpo de princesa,
Eu e a brisa, assim tão desiguais,
Admirando daquele anjo a beleza.
( AUTOR DO TEXTO: PROF. FREITAS)
Numa noite de setembro, - primavera,
Ao contemplá-la, vi, ela sorria,
O seu sorriso, a fez ainda mais bela.
Noite quente, a janela aberta, à rua,
Entre sonhos, seu cabelo cintilante,
Seus cabelos brilhavam à luz da lua,
E eu beijei o seu rosto a cada instante.
Adormecida, eu a amava, ainda mais,
Aquele rosto de inocência e de pureza,
E a brisa da janela mais e mais. . .
Como a beijar aquele corpo de princesa,
Eu e a brisa, assim tão desiguais,
Admirando daquele anjo a beleza.
( AUTOR DO TEXTO: PROF. FREITAS)
sábado, 19 de maio de 2012
SONHO PERDIDO
Sonho perdido. . .
Você na lembrança
Lágrimas nos olhos
Uma dor no peito
Vontade louca de te abraçar. . .
De sentir tua boca na minha,
De sentir tuas mãos em meu corpo
De me sentir amada
Realmente feliz ! . . .
Um grito de angústia
Saudades. . . Saudades ! . . .
Momentos de ternura
De eternas carícias. . .
Promessas no olhar
Mil palavras no silêncio
Mistérios a serem desvendados
Esperança de um dia. . .
Um dia ser eterno. . .
Sonhos que a distância não perdoa
Vidas que o tempo se encarregou de separar !
(ESTE POEMA FOI ESCRITO PELA MINHA FILHA FÂNIA
FREITAS. DO LIVRO BRADOS DE VIDAS - PROF. FREITAS)
Você na lembrança
Lágrimas nos olhos
Uma dor no peito
Vontade louca de te abraçar. . .
De sentir tua boca na minha,
De sentir tuas mãos em meu corpo
De me sentir amada
Realmente feliz ! . . .
Um grito de angústia
Saudades. . . Saudades ! . . .
Momentos de ternura
De eternas carícias. . .
Promessas no olhar
Mil palavras no silêncio
Mistérios a serem desvendados
Esperança de um dia. . .
Um dia ser eterno. . .
Sonhos que a distância não perdoa
Vidas que o tempo se encarregou de separar !
(ESTE POEMA FOI ESCRITO PELA MINHA FILHA FÂNIA
FREITAS. DO LIVRO BRADOS DE VIDAS - PROF. FREITAS)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
INSULAÇÃO
Insulação
Que preenche a noite,
O quarto, o peito,
A vida, o coração,
Como um temporal,
Um grande furacão
Que carregou o amor,
A felicidade.
Não há sonhos nem amor,
Não há esperança,
Somente o vazio
Machucando as vidas,
Separando as mãos,
Os corpos,
Sem afeto, sem compreensão.
Como um pardal errante
Sem ninho, sem destino. . .
Assim são nossas vidas
Perdidas, indefinidas,
Mergulhadas na incompreensão
Como um meteoro sem órbita,
Fugitivo do amor.
Que preenche a noite,
O quarto, o peito,
A vida, o coração,
Como um temporal,
Um grande furacão
Que carregou o amor,
A felicidade.
Não há sonhos nem amor,
Não há esperança,
Somente o vazio
Machucando as vidas,
Separando as mãos,
Os corpos,
Sem afeto, sem compreensão.
Como um pardal errante
Sem ninho, sem destino. . .
Assim são nossas vidas
Perdidas, indefinidas,
Mergulhadas na incompreensão
Como um meteoro sem órbita,
Fugitivo do amor.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
CONSELHO ÍNTIMO
Pobre coração porque triste choras?
Não vês que a vida segue a passarela?
Olhas outros braços, por que te demoras?
Vês que não compensa morreres por ela !
Pobre coração, toma mais cuidado,
A esperança brilha, despreza essa amante,
Pensa mais em ti; olha teu estado,
Ela não merece teu sofrer constante.
Pobre coração, procura outros braços,
Solta as correntes, a flecha do cupido,
Ela só deseja ver-te em pedaços,
Olha que a vida tem outro sentido.
Pobre coração, te levanta agora,
São cinzas passadas, joga tudo ao vento,
O dia já brilha, raia nova aurora,
Ela não merece teu ressentimento.
Do livro "O amor, a natureza e o povo"
Do Prof. Freitas
Não vês que a vida segue a passarela?
Olhas outros braços, por que te demoras?
Vês que não compensa morreres por ela !
Pobre coração, toma mais cuidado,
A esperança brilha, despreza essa amante,
Pensa mais em ti; olha teu estado,
Ela não merece teu sofrer constante.
Pobre coração, procura outros braços,
Solta as correntes, a flecha do cupido,
Ela só deseja ver-te em pedaços,
Olha que a vida tem outro sentido.
Pobre coração, te levanta agora,
São cinzas passadas, joga tudo ao vento,
O dia já brilha, raia nova aurora,
Ela não merece teu ressentimento.
Do livro "O amor, a natureza e o povo"
Do Prof. Freitas
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